A CSN (CSNA3) e a CSN Mineração (CMIN3) atualizaram nesta quinta-feira (15) suas projeções de investimentos (capex) e volume de vendas para 2022 e 2023, alertando que há um futuro incerto e volátil no curto prazo, mas com perspectivas positivas de recuperação da atividade na China e catalisadores da demanda no mercado doméstico.
Diante disso, o volume de venda de aço deve ficar ao redor de 4,48 milhões de toneladas neste ano, um montante 13,7% menor do que a projeção anterior, que previa 5,1 milhões de toneladas. Para 2023, a empresa espera vender 4,67 milhões de toneladas.
No âmbito da mineração, a projeção de investimentos aumentou para R$ 13,8 bilhões no período de 2023 a 2027, uma alta de 15% se comparado ao período 2022 até 2026, que tinha estimativa de R$ 12 bilhões.
O custo caixa da mineração deve ficar em um patamar entre US$ 19 por tonelada e US$ 21 por tonelada no próximo ano. O número é menor que a faixa de custos projetada entre US$ 20 e US$ 22 por tonelada estabelecida para este ano.
Já o volume de produção e compra de minério que a CSN Mineração faz de terceiros deve ficar entre 39 milhões e 41 milhões de toneladas em 2023, montante maior do que os 34 milhões de toneladas para 2022.
No segmento de energia, o conglomerado projeta um Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 23 milhões este ano.
Por fim, o investimento consolidado será de R$ 4,4 bilhões em 2023 e entre R$ 5,5 bilhões a R$ 6,5 bilhões no período de 2024 a 2027.
Por volta de 10h31, tanto a CSN Mineração quanto a CSN figuravam entre as maiores altas do Ibovespa, subindo 2,31% e 1,32%, respectivamente.